Offline
MENU
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/113401/slider/9f22fe65968d79b6f45efc1523e4c4aa.png
https://public-rf-upload.minhawebradio.net/113401/slider/80a574611830c0240c40e4d3d91929b3.png
Presidente do TCU sai em defesa de relator do caso Master
Publicado em 07/01/2026 13:04
Últimas Notícias

Para Vital do Rêgo,“fica claro que imprensa reverbera uma única narrativa” sobre o caso

O presidente do TCU, Vital do Rêgo, defendeu o relator do caso Master na Corte, Jhonatan de Jesus. Em mensagem enviada para grupo de WhatsApp com outros ministros do tribunal, o magistrado disse que o TCU “não pode se alienar de suas prerrogativas”.

 

Em mensagem obtida pelo site Metrópoles, minimizou críticas à atuação de Jhonatan no caso, dizendo que “nada de incomum está sendo feito” e reforçou que “nenhuma instituição pública, mesmo na condição de órgão regulador, goza da benesse de ficar imune ao controle externo”, em menção indireta ao Banco Central, alvo de inspeção do TCU pela liquidação extrajudicial do Master.

 

Rêgo ainda criticou, na mensagem, a cobertura da imprensa sobre o caso, afirmando que “fica claro que a imprensa reverbera uma única narrativa” sobre o banco de Daniel Vorcaro.

 

Na última segunda (05), o TCU oficializou a abertura de inspeção no BC para apurar como foi tomada a decisão que levou à liquidação do Master. A medida foi ordenada por Jhonatan de Jesus, que quer examinar documentos, entender o processo decisório da autoridade e avaliar se houve motivação, coerência e proporcionalidade no desfecho do caso.

 

 

Confira a íntegra da mensagem:

“Prezados colegas ministros,

 

Nos últimos dias, pela falta de assuntos da política, temos visto no noticiário o TCU sob

ataque, no que se refere à nossa atuação junto ao Banco Central no caso Master.

 

Fica claro que a imprensa reverbera uma única narrativa.

 

Neste momento, o TCU precisa, mais do que nunca, defender suas prerrogativas mais básicas.

 

 

Nada de incomum está sendo feito. Como Relator, o Ministro Jhonatan, amparado nos seus poderes legais, deu razoáveis fundamentos para legitimar o aprofundamento da investigação.

 

Evidentemente, no momento devido, os resultados serão levados ao soberano julgamento do Plenário da Corte, que decidirá o encaminhamento a ser adotado.

 

Mas nenhuma instituição pública, mesmo na condição de órgão regulador, goza da benesse de ficar imune ao controle externo. Enfatizo que o TCU não pode se alienar de suas prerrogativas, a pretexto de interesses quaisquer, pois senão abrirá um flanco para se tornar um tribunal enfraquecido, um tribunal que poderá ser emparedado por interesses republicanos ou não, e nós temos a firmeza de que devemos obediência à Constituição.

 

Permito-me compartilhar com os colegas essa reflexão”.

Comentários
Comentário enviado com sucesso!