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Chiquini: “Filipe Martins é oficialmente um preso político”
Publicado em 02/01/2026 13:12
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Segundo advogado, STF coloca em prática aquilo que já queria desde 2019

Jeffrey Chiquini divulgou há pouco vídeo criticando a prisão preventiva de Filipe Martins. Segundo o advogado do ex-assessor de Bolsonaro, a medida é uma “vingança” e busca “antecipar o cumprimento da pena pela condenação [no caso da suposta ‘trama golpista’]”.

 

Filipe Martins foi preso pela PF nesta manhã por ordem de Alexandre de Moraes. O ministro do STF alegou que o ex-assessor acessou um perfil no LinkedIn, mesmo estando em prisão domiciliar com cautelares impostas. “O acusado demonstra total desrespeito pelas normas impostas e pelas instituições constitucionalmente democráticas”, diz Moraes na decisão de hoje.

 

Na gravação publicada nas redes sociai, Chiquini afirma que a prisão é “sem motivo” e que o STF aplica agora medidas que, segundo ele, já buscava desde 2019, quando Martins teria sido escolhido como “líder do gabinete do ódio”.

 

O advogado ressaltou que, segundo o próprio Moraes, Martins cumpria “de forma exemplar” todas as determinações judiciais. “Hoje Alexandre de Moraes coloca em prática aquilo que desde sempre ele queria”, diz Chiquini no vídeo.

 

 

“O Brasil vê que não há devido processo legal aqui. Não importa o quanto recorremos”, criticou em outro trecho. “Temos mais de 10 recursos durante todo o processo, até hoje aguardando análise. Não importa quantas provas mostremos. Não importa quão inocente seja”.

 

Segundo o advogado, o objetivo do STF é “eliminar Bolsonaro, bolsonaristas, seus aliados”. “Hoje essa prisão do Filipe Martins não foi por algo que ele fez, mas sim por quem ele é. Filipe Martins hoje, no segundo dia do ano, dia 2 de janeiro de 2026, foi preso por ser Filipe Martins”.

 

A defesa do ex-assessor vai se reunir para decidir próximos passos, mas Chiquini questionou: “Recorreremos para o próprio ministro Alexandre de Moraes?”.

 

O advogado concluiu classificando Martins como “oficialmente um preso político”: “Mais um perseguido por esse regime autoritário que se instalou no Brasil. Mas não vamos jogar a toalha, vamos continuar lutando”.

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