Offline
MENU
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/113401/slider/9f22fe65968d79b6f45efc1523e4c4aa.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/113401/slider/80a574611830c0240c40e4d3d91929b3.png
Rússia aceita retomar negociações de paz com EUA e Ucrânia em novembro
Publicado em 22/10/2026 10:56
Últimas Notícias

O governo russo sinalizou disposição para retomar, em novembro, as negociações com os Estados Unidos e a Ucrânia para buscar uma saída para a guerra no Leste Europeu. A possibilidade foi anunciada nesta quarta-feira (21), após uma reunião do presidente russo, Vladimir Putin, com Steve Witkoff, enviado especial do presidente americano, Donald Trump, em São Petersburgo.

Segundo Yuri Ushakov, assessor do Kremlin, a proposta é realizar uma nova rodada de conversas em nível técnico, com foco na construção de um sistema de segurança para Rússia e Ucrânia após o fim do conflito. Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, foi apontada como possível sede dos encontros, a partir de 10 de novembro.

 

As últimas negociações desse formato ocorreram em fevereiro. De acordo com Ushakov, Witkoff relatou a Putin os resultados de reuniões realizadas na véspera, em Oslo, com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e autoridades norueguesas e finlandesas.

 

 

O assessor russo afirmou que o enviado americano identificou mudanças nas posições de Kiev e dos governos europeus, mas avaliou que as propostas apresentadas ainda oferecem poucos elementos úteis para solucionar a crise.

 

Putin e Witkoff também discutiram a implementação de um acordo anunciado em 9 de outubro por Moscou e Washington sobre o fornecimento de diesel russo aos mercados americano e internacional. A crise envolvendo o Irã também entrou na pauta. Segundo Ushakov, o presidente russo defendeu a continuidade das negociações diplomáticas com Teerã.

 

A retomada do diálogo ocorre em meio à pressão de Trump para que Kiev avance em um acordo de paz. Zelensky afirmou que aceita congelar a atual linha de frente como caminho para interromper os combates, mas não concorda com a cessão definitiva dos territórios ocupados pela Rússia. O presidente ucraniano também defende garantias de segurança para o país após um eventual cessar-fogo.

 

Comentários
Comentário enviado com sucesso!