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Marinho diz que brasileiros estão mais pobres, endividados e inseguros sob Lula
Publicado em 20/10/2026 08:23
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O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), criticou a situação econômica do país e a falta de transparência do governo Lula (PT) durante debate na GloboNews nesta segunda-feira (19). Marinho afirmou que a população enfrenta empobrecimento, endividamento e insegurança, enquanto o governo prioriza narrativas políticas em vez de enfrentar os problemas do país.

“Estamos vivendo um momento em que as narrativas estão se sobrepondo à realidade. De fato, nós temos hoje uma população empobrecida, endividada. Temos hoje uma população que está amedrontada e insegura”, declarou.

 

Na avaliação do senador, o modelo econômico petista está esgotado e não consegue responder às dificuldades enfrentadas pelas famílias. Durante o programa, ele também criticou o aumento das despesas públicas e a condução das contas do governo federal.

“Estamos tendo aí uma demonstração de como não se trata com respeito e com cuidado das finanças públicas do país”, afirmou.

 

Marinho apontou ainda o que classificou como recordes negativos na economia, citando falências empresariais, inadimplência e endividamento. Como exemplo, mencionou o aumento do número de imóveis sujeitos a leilão por falta de pagamento.

 

“Eram oito ou nove mil em 2022; são 300 mil agora”, disse. O senador não detalhou a fonte dos números durante o debate.

 

O coordenador da campanha de Flávio também argumentou que o descontrole fiscal pressiona os juros, a inflação e os preços dos alimentos, com impacto direto sobre o orçamento das famílias.

 

Edinho Silva, coordenador da campanha de Lula, rebateu as críticas e afirmou que o governo herdou um cenário fiscal adverso em 2023. Segundo ele, a administração petista assumiu o país com déficit e dificuldades para arcar com despesas obrigatórias, incluindo precatórios e o Bolsa Família.

 

“Nós estamos falando de um país que nós pegamos literalmente quebrado”, afirmou Edinho, ao defender a gestão econômica do atual governo.

 

 

O debate ocorreu a seis dias do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25).

 

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