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Marinho rebate Edinho sobre munições e defende mudanças no Estatuto do Desarmamento
Publicado em 20/10/2026 08:19
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O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), rebateu as críticas de Edinho Silva, coordenador da campanha de Lula (PT), sobre mudanças na legislação de armas e munições. Durante debate na GloboNews nesta segunda-feira (19), Marinho defendeu alterações no Estatuto do Desarmamento e afirmou que o petista isolou um dispositivo de um projeto mais amplo para atacar o adversário.

A discussão começou quando Edinho questionou uma proposta relacionada à identificação de munições e afirmou que a mudança poderia dificultar o rastreamento.

 

“A pergunta que tem que se fazer: a quem interessa o não rastreamento das munições?”, declarou o coordenador petista.

 

 

Edinho também atacou o histórico de Flávio Bolsonaro na área de segurança pública, acusando o senador de ter condecorado milicianos e de ter integrado a defesa de um policial acusado de matar uma criança de cinco anos.

 

“Quem condecora miliciano não pode falar em segurança pública. Quem é contra pôr na prisão o assassino de uma criança de cinco anos não pode falar em segurança pública”, afirmou.

 

Marinho contestou a associação feita pelo adversário e explicou que o dispositivo questionado faz parte de uma proposta de alteração do Estatuto do Desarmamento, relatada na Câmara pelo deputado Alexandre Leite. Segundo ele, o projeto chegou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, mas não foi votado.

 

“Há uma diferença fundamental entre o posicionamento dele sobre um projeto de quase 40 artigos e a especificação de um único item”, disse Marinho. “Esse projeto não foi votado.”

 

O senador afirmou que a alteração atende a uma demanda de colecionadores, atiradores desportivos e caçadores (CACs), com o objetivo de facilitar o reaproveitamento de munições e reduzir os custos de recarga. Ele negou que a finalidade seja impedir o rastreamento.

 

Questionado diretamente se Flávio Bolsonaro apoia as alterações propostas para o Estatuto do Desarmamento, Marinho respondeu que sim.

 

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