Offline
MENU
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/113401/slider/9f22fe65968d79b6f45efc1523e4c4aa.png
https://platform-upload.cdn-brlogic.com/113401/slider/80a574611830c0240c40e4d3d91929b3.png
Nicarágua rebate governo Lula: “Nossa democracia, nossas eleições”
Publicado em 24/07/2026 12:18
Últimas Notícias

A ditadura da Nicarágua reagiu na quinta-feira (23) à manifestação do governo Lula (PT) sobre a declaração do ditador Daniel Ortega de que “não voltará a haver eleições” no país. O regime sandinista afirmou que os processos eleitorais nicaraguenses seguem sendo democráticos e vinculados à soberania nacional.

Nicarágua rebate governo Lula: "Nossa democracia, nossas eleições"

 

Em nota divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores da Nicarágua, o governo Ortega afirmou que se trata de “nossa democracia, nossas eleições”. “Acusamos o recebimento da nota publicada hoje pela Chancelaria do Brasil e, para todos os efeitos, reiteramos que, na lógica da nossa soberania nacional, a Nicarágua assegura processos eleitorais democráticos, livres e transparentes, de acordo com as normativas das instituições nacionais correspondentes”, afirmou a pasta.

 

O regime também declarou manter “carinho fraternal em relação ao povo do Brasil” e disse respeitar as instituições brasileiras.

 

 

A reação ocorreu após o Itamaraty divulgar nota na quarta (22) afirmando ter recebido “com preocupação” a declaração de Ortega durante evento em comemoração ao 47º aniversário da Revolução Sandinista. Na ocasião, o líder nicaraguense afirmou que o país não teria mais eleições.

 

Desde 2007 no poder, Ortega é acusado por organismos internacionais e opositores de restringir liberdades políticas e conduzir eleições sem garantias democráticas.

 

Após a repercussão da fala, o presidente do Parlamento da Nicarágua, Gustavo Porras, afirmou que haverá eleições no país, mas dentro de um novo marco constitucional que, segundo ele, evitará “ingerência estrangeira” e ações de “traidores da pátria”.

 

A declaração de Ortega ocorreu durante a celebração do aniversário da Revolução Sandinista. Segundo o ditador, a mudança teria como objetivo impedir que a oposição pudesse, por meio de um processo eleitoral, “tomar o poder”.

Comentários
Comentário enviado com sucesso!