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‘Bondades’ de Lula somam quase R$ 260 bi em pleno ano eleitoral
Por Silvio Cassiano - SiCa
Publicado em 24/07/2026 11:57
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As “bondades” lançadas ou ampliadas pelo governo Lula (PT) em 2026 já somam R$ 256,9 bilhões em programas sociais, crédito e medidas extraordinárias. É o que aponta levantamento do CNN Money, que considera ações criadas ou reforçadas neste ano eleitoral.

Lula passou por cauterização para retirar queratose no couro cabeludo em São Paulo. Procedimento durou cerca de dois minutos, segundo o Planalto.

 

A análise reúne iniciativas voltadas a consumidores, empresas e setores específicos da economia, incluindo medidas para enfrentar os efeitos do tarifaço dos Estados Unidos sobre exportadores, subsídios aos combustíveis e expansão de políticas sociais.

 

O governo afirma que as ações buscam estimular a atividade econômica sem comprometer as metas fiscais. Entre os valores contabilizados estão medidas emergenciais, programas de financiamento e liberação de recursos.

 

 

A lista inclui até R$ 16 bilhões para conter a alta dos combustíveis causada pelo conflito no Oriente Médio e até R$ 15 bilhões destinados a empresas exportadoras afetadas pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos.

 

Também fazem parte do levantamento a ampliação do Gás do Povo e o saque complementar do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário.

 

Entre as iniciativas com maior impacto financeiro estão a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda, estimada em R$ 31 bilhões; o programa Move Motoristas, com R$ 30 bilhões em financiamentos para taxistas e motoristas de aplicativos; e o Crédito do Trabalhador, que já liberou R$ 22,9 bilhões em empréstimos consignados ao setor privado.

 

O levantamento considera ainda: Novo modelo de crédito imobiliário: R$ 22,3 bilhões; Nova versão do Move Brasil para caminhões e ônibus: R$ 21,2 bilhões; Plano Brasil Soberano 2.0 para exportadores: R$ 15 bilhões; Reforma Casa Brasil: R$ 12,9 bilhões; Desenrola 2.0: R$ 12,2 bilhões e Programa Brasil Contra o Crime Organizado: R$ 11 bilhões.

 

Também entram na conta linhas de crédito para indústria, agronegócio, habitação e pequenos empreendedores.

 

Segundo a análise da emissora, parte das iniciativas é classificada como despesa financeira ou extraorçamentária. Por isso, esses valores não entram no limite de gastos do arcabouço fiscal nem no cálculo do resultado primário.

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