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WASHINGTON (FOLHAPRESS) – O fundo Havengate Development Fund, usado no financiamento do filme “Dark Horse” (“azarão”, em inglês) e que teria recebido parte dos R$ 61 milhões p
Publicado em 16/05/2026 09:08
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O senador Wilder Morais, presidente do PL em Goiás e pré-candidato ao governo do estado, saiu em defesa do correligionário Flávio Bolsonaro após a divulgação de áudios e mensagens relacionados ao financiamento do filme biográfico do ex-presidente Jair Bolsonaro.

 

 

Wilder classificou o vazamento do material como uma “cortina de fumaça” criada pelo PT e minimizou as acusações envolvendo o senador. Segundo ele, o foco das investigações deveria ser direcionado à instituição financeira citada no episódio.

 

O caso envolve mensagens em que Flávio Bolsonaro solicita apoio financeiro ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para custear a produção do longa-metragem sobre Jair Bolsonaro. 

 

A divulgação do conteúdo provocou repercussão política em Brasília e levou parlamentares da oposição a acionarem o Conselho de Ética do Senado e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

 

 

Ao comentar o episódio, Wilder defendeu a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a atuação da instituição financeira ligada ao caso e esclarecer os bastidores da crise política.

 

Flávio Bolsonaro afirmou que buscou apenas patrocínio privado para viabilizar um projeto cinematográfico sobre o pai. O senador negou uso de recursos públicos e descartou qualquer contrapartida ilegal.

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