
A pouco mais de seis meses das eleições, o PT nacional hoje considera “consolidados” candidatos do partido aos governos de oito estados e do Distrito Federal, um terço dos 27 em disputa.
Três nomes tentarão a reeleição: Jerônimo Rodrigues, na Bahia; Elmano de Freitas, no Ceará; e Rafael Fonteles, no Piauí.

Os demais candidatos definidos são Fernando Haddad, em São Paulo; Leandro Grass, no Distrito Federal; Helder Salomão, no Espírito Santo; Fábio Trad, no Mato Grosso do Sul; Carlos Eduardo Xavier, no Rio Grande do Norte; e Expedido Neto, em Rondônia.
Em outros quatro estados, o partido tem pré-candidatos que ainda podem disputar cargos diferentes. No Rio Grande do Sul, Edegar Pretto é cotado para vice na chapa de Juliana Brizola. No Maranhão, o vice-governador Felipe Camarão busca viabilizar candidatura ao governo após rompimento com o atual governador.
Em Santa Catarina, Décio Lima pode concorrer ao governo ou ao Senado, enquanto Gelson Merisio é cogitado para disputar pelo PSB com apoio petista. Em Goiás, Valério Luiz tenta se firmar como candidato da legenda.
O partido também já definiu apoio a nomes de outras siglas em dez estados. Entre eles estão Thor Dantas, no Acre; Renan Filho, em Alagoas; Clécio Luís, no Amapá; Omar Aziz, no Amazonas; Natasha Slhessarenko, no Mato Grosso; Hana Ghassan, no Pará; Requião Filho, no Paraná; João Campos, em Pernambuco; Eduardo Paes, no Rio de Janeiro; e Fábio Mitidieri, em Sergipe.
Em Pernambuco, o apoio a João Campos ainda será formalizado, enquanto há divergências internas sobre eventual aproximação com Raquel Lyra.
Nos demais estados, o cenário segue indefinido. Em Minas Gerais, o partido avalia apoio a Rodrigo Pacheco. Na Paraíba, há divisão entre Lucas Ribeiro e Cícero Lucena. No Tocantins, a sigla pode apoiar Professora Dorinha. Em Roraima, Soldado Sampaio é um dos nomes em análise.
